Loading...

It's been a hard days night!

Têm dias em que a noite é foda.


21 junho 2010

Lançamento do Curta " Mesera "



na quinta (24), na Cinemateca, entrada franca

(BR,2010, fic, 11’) Roteiro e Direção: Pedro Merege .Roteiro, direção e produção: Pedro Merege. Fotografia, câmera e edição de som: Maurício Baggio. Direção de produção: Luciana Garcia. Assist. de direção: Marcos Sabóia. Montagem: Pedro Merege e Mauricio Baggio. Direção de arte: Boutros Merhej e Luciana Garcia. Still: Ana Pellegrini Costa. Revelação negativo: Mega color. Telecine: Roberto Buzzini.
Elenco: Laís Natalino, João Graff, Maria de Lourdes Danra, Marcos Sabóia, Pitanguinha de Bateias.

Emílio Varela em seu carro vai cruzar a fronteira para uma “entrega especial”. Numa parada à beira da estrada conhece Camélia a Mesera. 

Ingresso: Entrada Franca

Data(s): 24/06/2010

Horários: às 20h

Espaço cultural: Cinemateca de Curitiba

Observações:
Classificação: 14 anos

20 junho 2010

J. R. Guzzo
Alta ansiedade

"Jamais foi provada a existência de alguma relação
entre peso baixo e felicidade; é perfeitamente possível
ser magro e infeliz ao mesmo tempo. É algo a pensar"


O jornalista americano A.J. Liebling, grande estrela da fase gloriosa da revista New Yorker, e um dos melhores e maiores garfos que as mesas de Paris já conheceram, dizia que pessoas que têm preocupações com a saúde não deveriam escrever nunca sobre comida. Que escrevessem sobre remédios, farmácias, hospitais – mas não sobre o que se deve fazer, e principalmente sobre o que não se deve fazer, na hora de sentar à mesa. Liebling, que passou seguidas temporadas em Paris entre os anos 20 e 50 do século XX, era capaz de bater refeições prodigiosas; numa época em que comer ainda era uma atividade considerada inocente, e numa cidade que oferecia os melhores restaurantes do mundo, ele raramente deixava de tirar todo o proveito possível das três oportunidades que o dia lhe dava para alimentar-se. Achava que só se poderia esperar o pior do interesse que os médicos, então, começavam a manifestar pelo colesterol. Exercício físico, em sua opinião, era um perigo para o peso; só lhe dava mais vontade de comer, enquanto um belo almoço jamais lhe deu vontade de fazer exercício algum. Descreveu um curto período em que decidiu internar-se num spa como "um episódio de insanidade temporária".

Sua filosofia de vida, provavelmente, não deve servir de modelo para ninguém – Liebling morreu com 59 anos de idade, em 1963, algo que, mesmo para a época, era uma partida prematura deste mundo. Mas talvez não seja demais sugerir que se receba com alguma simpatia, nos dias de hoje, a recomendação que ele fez tanto tempo atrás. Num mundo onde cresce sem parar a compulsão para obrigar as pessoas a levar uma vida "correta" no maior número possível das atividades que formam o seu dia a dia, a mesa tornou-se uma das áreas que mais atraem a atenção dos gendarmes empenhados em arbitrar o que é realmente bom para você. É uma provação permanente. Médicos, nutricionistas, personal trainers, editores e editoras de revistas dedicadas à forma física, ambientalistas, militantes da produção orgânica, burocratas, chefs de cozinha, críticos de restaurantes e mais uma multidão de diletantes prontos a dar testemunho expedem decretos cada vez mais frequentes, e cada vez mais severos, sobre os deveres do cidadão na hora de comer. Seria um alívio, sem dúvida, se sobrasse mais espaço para quem não está interessado, não o tempo todo, em receber lições sobre poli-insaturados, nutrientes minerais ou aportes adequados de fibras ao organismo – e gostaria, apenas, de ler ou ouvir um pouco mais sobre comida gostosa.

O fato é que toda essa gente, quase sempre com as melhores intenções, acabou construindo um crescente sistema de ansiedade em torno do pão nosso de cada dia – e o resultado é que o prazer de comer bem vai sendo substituído pela obrigação de comer certo. Para começar, o apetite é denunciado, na linguagem hoje corrente, como uma doença; não se trata mais de algo a ser satisfeito, e sim a ser combatido. "Como eliminar seu apetite", recomendam os títulos de reportagens dedicadas à causa da alimentação sadia. A linhaça, o sorgo e outras coisas alarmantes são apresentados como indispensáveis para uma vida melhor, junto com os iogurtes magros e os bolos secos – isso quando não se cobra a ingestão equilibrada de fitonutrientes, compostos fenólicos ou lipídios não graxos. É preciso, também, comer de forma a preservar a biodiversidade e a reduzir as emissões de carbono; desaconselha-se severamente, por exemplo, o consumo de alimentos produzidos a mais de 150 quilômetros de distância da sua cidade, por exigirem transporte dispendioso em combustíveis e poluidores da atmosfera.

Não se vê muita alegria em nada disso. Modelos, atrizes e outras pessoas que precisam pesar pouco para fazer sucesso chegam aos 30 anos de idade, ou mais, praticamente sem ter feito uma única refeição decente na vida. Propõe-se, como virtude alimentar, um mundo sombrio de pastas, mingaus, poções, soros de proteína e sabe-se lá o que ainda vem pela frente. Nem na própria casa, com frequência, o indivíduo pode comer em sossego – arrisca-se aos olhares reprovadores dos familiares e a custosas discussões sobre o que ele deve fazer "pelo seu próprio bem". Não está claro o que se ganha em toda essa história. A perspectiva de morrer, um dia, no peso ideal? Jamais foi provada até hoje a existência de alguma relação entre peso baixo e felicidade; é perfeitamente possível ser magro e infeliz ao mesmo tempo. É algo a pensar.

19 junho 2010

Resenha Espetáculo Lady Macbeth
Festival de Curitiba – 2010

Começo refletindo sobre o espaço escolhido para apresentar o espetáculo: o palco principal do Teatro Guaíra. A meu ver, o auditório Bento Munhoz da Rocha Netto, definitivamente não foi feito para teatro.  O espaço “engole” os atores e o uso de microfone, da maneira como é feita, deixa o som bidimensional. Em Lady Macbeth, atores de televisão, acostumados a atuar para câmeras sumiam, tanto no visual como no sonoro. Shakespeare em tom coloquial, nessas condições, a mim soa enfadonho. A linguagem é boa, mas como disse, o espaço não ajudou.
Tecnicamente o espetáculo é impecável. A cenografia é simplória, mas tornou dinâmico o desenrolar da peça, o que acaba se tornando um ponto positivo.
A luz e a sonoplastia foram extraordinárias.
A peça não se dividiu em atos, mas em duas partes, o que causou estranhamento. A primeira parte teve maior duração que a segunda, que focou somente o trecho de guerra. O intervalo jogou contra o espetáculo, pois “esfriou” o público. Sendo a segunda parte, dinâmica - as batalhas - muitas pessoas deixaram o teatro antes do desfecho.
Agora, atuação, as bruxas ficam na memória de quem assistiu. Eram dois atores e Renata Sorrah interpretando as famosas personagens. A mim causou incômodo, apesar de ser bom. Explico: a meu ver, deveriam, ou ser três atores, ou três atrizes. A minha interpretação para o fato é que atrizes ofuscariam Renata que, no espetáculo era a diva.
Na platéia, sentia-se um burburinho nas entradas da global, com direito a aplausos e risadas em momentos desnecessários. Parece uma falta de cultura teatral imiscuída com a cultura de idolatria aos astros da televisão.
A construção e o crescimento dramático da interpretação da atriz parecem desacertados. Sorrah já começou com um tom enlouquecido. No momento em que sua personagem realmente estava louca, ela não tinha mais loucura para alcançar.
Daniel Dantas - o Macbeth - ao contrário, parecia estar em casa, sentado na mesa do café da manhã, lendo seu jornal e conversando com sua família, tamanha coloquialidade e trivialidade apresentadas.
Por fim, falando sobre o espetáculo, o texto, figurinos e encenação foram bem adaptados para os padrões coloquiais do nosso tempo, sem adaptar a geografia, vale ressaltar.


João Graf
06.04.2010


17 junho 2010

Bom dia!
Venha conferir neste final de semana a estréia do espetáculo inspirado em contos de Clarice Lispector:
 
UM DIA A MENOS
da Cia de Artes e Ofícios
Sextas e sábados as 21h e Domingo 19h. Até 25 de julho
R$10,00 R$5,00 (meia)
 
durante a semana você pode rir com as  
 
QUINTAS DE HUMOR
com o grupo MeuTeuNoSeu
Quintas-feiras as 21:30h (exceto dia 24 de junho) Até 01 de julho
R$20,00 R$10,00 (meia) recomendado para maiores de 16 anos
 
Sabados e domingos tem espetáculo infantil 

A INCRÍVEL BATALHA PELO TESOURO DE LADUÊ
Cia Estrela D'Alva e Cia Lona de Retalhos
Sábados e Domingos às 16h. Até 11 de julho
R$10,00 R$5,00 (meia)
http://www.aincrivelbatalha.com
Confira a reportagem na Band News!
 


TEATRO CACILDA BECKER
Prefeitura de São Paulo
http://www.expansaocultural.sp.gov.br
Rua Tito, 295. Vila Romana. São Paulo SP
11 3864-4513
 
 
Sheylli Caleffi
Coordenadora
Teatro Cacilda Becker





Dá-lhe, moçada!

14 junho 2010

via Ministério da Cultura - MinC by Comunicação Social/MinC on 6/14/10

Marcos Alves Souza, coordenador de propriedade intelectual do MinC, é o responsável pela reforma - e por pisar no campo minado autoral, com pressões em ambos os lados. Em entrevista ao Link, ele critica a legislação atual e explica porque o ministério encabeçou a mudança.
Qual é o problema da lei atual?
Ela não é efetiva na garantia da proteção ao autor e é muito restritiva para o cidadão. A lei não atende nem os problemas do mundo analógico, quanto mais do digital. A gente ainda lida com problemas no campo não-digital, que outros países já resolveram há tempos. A legislação está em desacordo com a realidade social.

As alterações sugeridas pelo governo corrigem as imperfeições da lei atual?
A gente espera que sim, o intuito foi esse. Agora, tem a consulta pública, e eventualmente isso pode ser aprimorado. O anteprojeto representa a opinião do governo, aí a gente vai discutir agora com a sociedade. Isso pode ser aprimorado, mas a gente acredita que está dando conta desses problemas da lei atual, pelo menos dos principais.

O cidadão foi prejudicado pela atual Lei dos Direitos Autorais?
Sim, porque a lei é muito rígida para usos que são banais por parte da sociedade. Por exemplo, você gosta de iPod, MP3 player? Pois é, você é um pirata. Você sabia? Você comprou o CD na loja e quer escutá-lo no seu aparelho portátil, você viola a lei duas vezes para cada música. Esse é um problema grave. A questão de xerox nas universidades, de cineclubes, questão de cursos de cinema que estão na ilegalidade. Então, ela busca harmonizar os direitos dos titulares, com os dos cidadãos. E a terceira coisa é a questão do papel do Estado, porque a lei se omite quanto ao papel do Estado.

De onde parte a maior resistência para a revisão dessa lei?
Das entidades de gestão coletiva de direitos autorais. Há resistência porque a gente propõe a retomada do papel do Estado de supervisor das atividades.

E qual foi é a alegação?
Que haveria interferência em uma área privada. Mas não é interferência. Propomos uma supervisão.


Está no ar a consulta pública sobre a nova
Lei de Direitos Autorais:

http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral


04 junho 2010

20.05.10



ANTÍTESE

(Para José Paulo Paes)



MULHER:

A QUE VIER;

E DER.



Cesar Felipe Pereira e Fred Roberty




O ANJO SEM FUTURO



O ANJO SEM FUTURO


o que fazer quando as palavras faltam?
desenhar? esculpir? correr desesperadamente pelos campos gelados da rua XV?
por que razão amanhecer dia após dia seguir a corrente se ela mesma nos prende os punhos?
afoga-nos, quando o que mais precisamos é de um afago....
de brasa, de pira, de fogo.


o que deixar de herança aos que virão?
dúvidas? dívidas? parcelas inesgotáveis de orgulho ou de resignação?
por que não escafeder-se fugir dos batalhões que trancam os portões dessa nação?
salvar-nos, quando o mais interessante seria o suicídio....
da violência, do medo, da ilusão.


o que nos faz essa falta de perspectivas?
instabilidade? carência? movimentos impensados em prol do desenvolvimento?
por que raios negros não partilhamos o pão igualmente entre os diferentes?
brigamos, quando o amor e a compaixão nos invade os corações....
de dores, de rumores, de inaptidão.


resta-nos a inconsistência, o ar no pulmão, a solidão.
o descontentamento com o que nos poderia alegrar....
porque o muro caiu foi pintado de cinza agora também devemos dobrar os joelhos?
desejos? sonhos? toda a utopia se foi com o fim das lutas?
o que esperar de um futuro de asas amputadas?


ana e eu

os bares
são nossos lugares
definitivamente
nós dois na garoa fria
saindo desses lugares
desses mesmos bares
embriagadamente
sãos

VERSÃO MAROTA PARA POEMA DE SMANIOTTO



 versão marota para poema de smaniotto:
 eu vou matar essa mulher dentro de mim
 para não matá-la no parque bacacheri
 eu vou afogar essa mulher dentro de mim
 ter as pedras do caminho nos meus rins
 eu sei que vou matar por toda a minha vida
 essa mulher do parque dentro de mim 
 até que ela seja novamente mulher qualquer
 e eu encontre finalmente o meu porvir



QUERO PÔR O MEU CARALHO
NO AZUL
DO POEMA DO GULLAR

03 junho 2010

STJ - Matéria publicada hoje - Plano de saúde condenado em danos morais por negar cobertura

Plano de saúde condenado em danos morais por negar cobertura

O plano de saúde que se nega a cobrir o tratamento do segurado pode ter que indenizá-lo por danos morais, em razão do sofrimento psicológico acrescentado à doença. Em decisão unânime, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou a Unimed Porto Alegre a pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais a uma segurada que havia sido submetida a cirurgia de urgência para retirada de vesícula biliar. Três dias após a operação, o plano de saúde negou-se a cobrir as despesas. 

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou a Unimed a pagar pelas despesas médico-hospitalares, por entender que, em situações de urgência ou emergência, a carência é de apenas 24 horas, independentemente de prazos maiores previstos no contrato. Esta garantia é dada pela Lei n. 9.656, de 1998. Porém, tanto na primeira instância quanto no Tribunal de Justiça, a segurada teve negado seu pedido de indenização por danos morais, os quais só vieram a ser reconhecidos quando o caso chegou ao STJ. 

“A jurisprudência deste Tribunal vem reconhecendo que a recusa indevida à cobertura médica é causa de danos morais, pois agrava o contexto de aflição psicológica e de angústia sofrido pelo segurado”, diz a ministra Nancy Andrighi, relatora do processo na corte superior. Pesou contra a Unimed a circunstância de que a negativa de cobertura, além de ilegal, aconteceu após a realização da cirurgia, quando a paciente estava em recuperação e de repente se viu envolvida pelas preocupações com a conta do hospital. 

Coordenadoria de Editoria e Imprensa 


BATISTA DE PILAR

01 junho 2010

A letra "P" - Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso:

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. 
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.


Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. 
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. – Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.


Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.


Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. 
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.


Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando... 
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...

Para parar preciso pensar. 
Pensei. Portanto, pronto pararei.