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It's been a hard days night!

Têm dias em que a noite é foda.


31 maio 2010

Delirium Dream’s, de Beto Carminatti, 22’, 16mm, 1987, PR.*

por Cesar Felipe Pereira

CINEMA UNDERGROUND

O documentário Delirium Dream’s, do cineasta curitibano Beto Carminatti, nome importante da chamada Geração Cinemateca – grupo de cineastas que gravitava em torno da então chamada Cinemateca do Museu Guido Viaro, inaugurada em 1975, em Curitiba -, registra um grupo de jovens no que se refere a seus modos de vida atuais (final da década de 1970) e seus planos e esperanças em relação ao futuro. A sinopse do filme diz que “através dos depoimentos de alguns rapazes e seus familiares este documentário mostra um pouco da vida (O que você quer ser? O que você acha que seu filho vai ser?) num bairro de Curitiba no fim dos anos 70”. Restaurada em 2005, a obra traça o retrato de 3 personagens, entre os quais destaca-se “Polaco”, que pretende ser jogador de futebol, ou, se nada mais der certo, trabalhará no INPS. Nas palavras de sua mãe: “Esse ano ele vai decidir a vida dele. (...) alguma coisa ele vai fazer”. Trabalho, juventude, serviço militar, revolta/rebeldia, o vestuário, os sotaques característicos, enfim, o retrato de uma época num espaço determinado se apresenta aos olhos do espectador (o bairro é o do Portão).

Outro personagem relata: “Não trabalho, “vagabundjeio”, jogo bola; (...) minha vida é normal”. Discorre sobre mulheres (tema recorrente também nos cartazes colados nas paredes dos quartos), sobre o mundo estar em guerra, sobre o Brasil. Vemos jovens no bar, tomando cerveja e conversando. Tudo registrado por uma câmera que está quase sempre na mão do cinegrafista (o próprio diretor), enquanto a banda sonora acompanha a fotografia desde seus primeiros fotogramas. Uma delas, “The Equalizer”, dos ingleses do Clash, é o “tema” da obra, pontuada pela recorrência de seu refrão: We don’t want no Gangboss / We want to equalize. O próprio realizador, inclusive, está representado na narrativa do filme, tanto na fala de sua mãe, como em sua própria voz/imagem.

Feita a apresentação, pode-se afirmar que o filme pode ser considerado (temática e esteticamente) como pertencente ao chamado “cinema underground brasileiro”, mesmo que deslocado de sua principal cena de realização: o eixo Rio-São Paulo. Apresenta, além da intenção de registrar os acontecimentos do mundo, na esfera particular do bairro, da família do realizador e dos amigos mais próximos, aproximações mais estritas com obras experimentais norte-americanas, como, por exemplo, Antecipation of the Night, de Stan Brakhage (1958), pois vemos em Delirium o mesmo tipo de construção: vistas, passagens de natureza, caminhos, planos em movimento captados pela janela do carro - sobretudo ao final do filme -, a ânsia de registrar o mundo tal como ele é; nesse sentido, o filme se aproxima do livro “On the Road”, do escritor Jack Kerouac, muitas vezes relacionado à Geração Beat, grande influência do Cinema Underground. Vemos também a predominância do ambiente doméstico, igualmente presente na filmografia do estadunidense. Estamos diante de um cinema de autor, que procura imprimir na tela a experiência interior do cineasta/realizador (postura bem próxima do “cinema lírico” de Brakhage).

30 maio 2010

Fanny Ardant
Atriz e diretora
Sua sofisticação, elegância e versatilidade na atuação a transformaram na década de 80 em diva e uma das mais admiradas e requisitadas atrizes francesas.
Fanny Ardant estudou Ciência Políticas, mas trocou a profissão pelos palcos aos 25 anos, quando estudou drama e começou a interpretar em pequenos teatros da França.
A carreira deslanchou após participar de uma série de TV, já perto de completar 30 anos.
O diretor François Truffaut gostou da interpretação dela e a convidou para seu próximo filme, "A Mulher do Lado, de 1981, onde ela contracenou ao lado de Gerard Departieu. Fanny Ardant ganhou o Prêmio Cesar de melhor atriz pelo trabalho no filme "Loucas Noites de Batom, de 1996.
Parceira de Truffaut no cinema, ela tornou-se companheira dele fora do trabalho, com quem permaneceu até a morte do cineasta, em 1984. A fluência em idiomas permitiu a ela trabalhar com diversos diretores, como Franco Zeffireli, Roman Polanski, Ettore Scola, Sydney Pollack e Tsai Ming-Liang, entre outros.
Ela esteve no Brasil esta semana para participar do lançamento do projeto "Then And Now, Além das Fronteiras e Diferenças", onde artistas e cineastas independentes foram convidados para produzir curtas sobre a interação entre diferentes religiões, culturas e nações.
Fanny Ardant apresentou o filme "Chimères Absentes", onde usou a Itália como cenário para retratar a intolerância enfrentada pelos ciganos na Europa.
Participam como convidados entrevistadores:
Luiz Zanin Oricchio, crítico de cinema do Jornal O Estado de S. Paulo; Ligia Cortez, atriz e diretora teatral, diretora da escola superior de artes Célia Helena; Beth Néspoli, jornalista e crítica de teatro e Laís Bodanzky, cineasta.
Colaboradores:
Lu Tognon, estudante de teatro (http://twitter.com/luarembepe); Elisangela Roxo, jornalista (http://twitter.com/roxo); Paulo Celestino, jornalista (http://twitter.com/internetcidade) e Letícia Lovo, fotógrafa (http://www.flickr.com/photos/leticialovo).
Apresentação: Cunha Jr.
O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.

24 maio 2010

Jornal O Estado de São Paulo, Caderno 2, São Paulo-SP, 07.06.1999 O velho jabá revela-se cada vez mais perverso, impedindo que a melhor arte chegue ao público. Mauro Dias Crítico de Música A música brasileira entrou, nos anos 90, num impressionante processo de decadência. Errado. A música brasileira continua, nos anos 90, boa como sempre. Há grandes compositores, cantores, instrumentistas. Mas não é possível dizer que estejam em atuação. Tentam atuar. Não têm onde. Tentam viver da arte - tolice. São dentistas, fiscais do INSS, professores, motoristas de táxi, balconistas, colunistas de jornais - essas atividades garantem a sobrevivência. Tomam tempo - a criação artística, que é a atividade principal (estamos falando de artistas) acaba sendo deixada para as horas possíveis. A música brasileira que toca nos rádios, na televisão, nos grandes palcos, nos estádios, nas festas de São João, no carnaval, nas convenções de criadores de gado é que está em decadência. E só ela que aparece. A outra música, a boa, existe, mas não aparece. A culpa é dos radialistas, dos que montam trilhas sonoras de televisão, dos executivos das gravadoras, dos produtores de discos e espetáculos, dos marqueteiros da indústria de entretenimento. Essa gente criminosa está transformando, conscientemente, coração em tripa. É responsável pela seleção do que você ouve e deixa de ouvir. Essa gente está assassinando o que há de mais rico em nossa produção cultural. E ganhando muito, muito, muito dinheiro. É essa a idéia. Ganhar dinheiro, e dane-se o resto. Um disco, na indústria, não é chamado de disco, mas de "produto". O produto precisa vender. Para que o produto venda, precisa ser exibido. Até agora, apenas regra de mercado, nada demais. No entanto, para que seja exibido, paga-se ao exibidor - ao programador de rádio, ao apresentador de programa de auditório televisivo. Como são muitos, os produtos, sobe o cachê do exibidor. É uma prática antiga, tem até nome: jabá. Paga-se o jabá para que a música toque, sempre foi assim. Mas o mecanismo perverso foi ficando mais perverso. Quem pode pagar mais, consegue maior número de execuções. Isso é reproduzido no País inteiro. Quem pode pagar mais, escolhe o que você vai ouvir. E você fica achando que é só aquilo que se produz de música. Porque é só aquilo que está ao seu alcance. Quem não paga, não toca. Não existe. Há alguns dias, uma igreja evangélica comprou a rádio FM Musical, de São Paulo, capital. Era uma rádio que só tocava música brasileira. Praticava o jabá, como todas, mas como a audiência era menor, o preço era menor. O que permitia o acesso às ondas sonoras a alguns artistas menos conhecidos - os tais que são dentistas ou fiscais do INSS. Às vezes até sem pagamento de jabá programava a execução deles. Misturava um pouco de "música de mercado" e de música de verdade. Talvez por isso não tenha resistido. Há práticas alternativas de jabá. Um famoso letrista fez um disco independente, comemorativo de tantos anos de idade e de carreira. Armou pequeno esquema, alternativo, de distribuição do disco. Fiou-se, talvez, no nome famoso. Ouviu dos intermediários dos programadores de várias rádios: "Dá um aparelho de fax para ele que ele toca seu disco." O retorno do investimento dos que pagam mesmo o jabá, o dinheiro alto, sai da venda de discos e shows, da venda de bonecos, camisetas, roupinhas para crianças, sorvetes, biscoitos, bicicletas, sandálias, lancheirinhas, pegadores de cabelo, batons, perfumes, roupas de cama e banho, coleções de lápis de cor ou o que se possa imaginar que possa ter estampada a marca do "ídolo". O "ídolo", por seu turno, cumpre a maratona de estar presente em todos os programas televisivos de auditório, garantindo audiência que vende os anúncios que sustentam os programas e fazendo a roda rodar, o preço subir. A presença do "ídolo" pode mesmo ser indireta: o apresentador Raul Gil, da TV Record, prepara novos consumidores da bunda-music promovendo concurso de imitação do rebolado da Carla Perez, ex-É o Tchan. As candidatas têm 5, 6, 7 anos de idade. Não há questão moral a ser considerada. O negócio é dinheiro. Um bom compositor, cantor, instrumentista vai ter de se submeter a determinados imperativos (ditados pelos que pagam a excução) ou fica de fora. Quem não entrar no esquema não aparece. Quem quer entrar no sistema precisa ter muito dinheiro - precisa pagar mais ainda, porque as "vagas" são limitadas. Se entra um, sai outro. Por isso existem as vogas, as ondas - um ano de música sertaneja, um ano de axé music, um ano de falsas louras bundudas, um ano de pagodeiros de butique, um ano de forró deformado, desforrozado (é o que se anuncia: preparem-se). E o preço vai subindo, a cada nova etapa da substituição. Só quem entra no esquema, claro, é a grande indústria, que tem o dinheiro - e que inventou o esquema, afinal. No início da década, o compositor Ivan Lins, com seu parceiro Vítor Martins, fundaram a gravadora Velas, para dar voz a uma quantidade imensa de músicos que eles conheciam, mas que estavam fora do mercado. Nomes como os de Edu Lobo, Fátima Guedes, Almir Sater, Pena Branca e Xavantinho, Guinga. Aliás, o primeiro disco da gravadora foi o primeiro disco de Guinga. A Velas tinha uma proposta musical alternativa ao padrão imposto pela grande indústria. Montou estrutura, divulgação e distribuição nacionais. O vendedor da Velas ia ao lojista oferecer o produto. Ouvia: "Quero, mas não vou pagar agora, pago se vender." Três meses depois, voltava o vendedor, para oferecer novo produto e cobrar o outro - que havia sido vendido. Ouvia: "Quero o novo, mas não pago o antigo, porque tenho de pagar à multinacional Tal, ou ela não me entrega a dupla sertaneja Qual & Pau." Acontece que a dupla sertaneja Qual & Pau (pense na que quiser: Leonardos, Chitãozinhos, ou substitua dupla sertaneja por grupo de pagode ou por banda de axé) tem música na trilha da novela, paga para tocar em todos os programas de auditório e em todas as rádios - como o lojista pode ficar sem a dupla? Então, o lojista paga a gravadora que tem sob contrato a dupla sertaneja e não paga nunca a Velas, que tem o Edu Lobo (que infelizmente não tem música em novela nem toca em programa de auditório, muito menos no rádio). Perda por perda, o vendedor da Velas deixa o novo disco, sem receber pelo antigo - e assim a coisa seguiu. Em algum tempo, a Velas faliu. Está, no momento, porque os sócios são loucos idealistas, tentando voltar ao mercado. Ou seja, estamos falando de economia, de lobbys, de pressões, não de música. Disco é negócio, todos sabemos. Precisa pagar-se, dar lucro. A questão é que os executivos do mundo do disco concluíram que o povo é burro e só vai consumir música burra. Então, o executivo da fábrica X inventa um grupo de pagode, paga para que ele apareça muito, etc. O da fábrica Y diz: "Este filão dá certo, vou nele", e inventa um grupo de pagode que imita aquele primeiro. É só o que eles fazem. Clonam-se uns aos outros. Se o Chico Buarque fosse bater à porta de uma gravadora, hoje (Chico sabe disso, já disse que sabe disso) ouviria que sua música é "difícil" e não se enquadra nos "padrões da companhia". O mesmo com Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Edu Lobo, Tom Jobim, Noel Rosa, Zeca Pagodinho, Cartola, Nélson Cavaquinho, Wagner Tiso: todos "difíceis", fora do padrão. Claro: é preciso contratar o pagodeiro barato porque ele é orientável. Faça isso, faça aquilo, cante assim, vista-se assado, vá ao programa tal, diga tal coisa, mexa as cadeiras desse modo - e, sobretudo, não faça música. Ninguém trataria assim o Chico Barque - e já que ele não pode ser tratado assim, como coisa, como objeto, como ponta-de-lança de uma campanha de vendas, então afaste-se o Chico Buarque. Ele é "difícil". Enquanto isso, o ouvinte vai acostumando o ouvido com as barbaridades criadas nos laboratórios de Marketing das companhias de disco - padres cantores, traseiros cantores, sadomasoquistas cantores, falsas louras cantoras, negões vitaminados cantores. E perde a capacidade de comparar – comparar com o quê? O padre cantor com o traseiro cantor? Não há diferença. O ouvinte fica sem possibilidade de julgar (na verdade ele pensa que está escolhendo o grupo pagodeiro tal, quando, de fato, só sobrou para ele o grupo pagodeiro tal). E os criadores...Bem, os criadores, os artistas verdadeiros, que existem, quase ninguém sabe, vão resistindo o quanto podem. Um dia, desistem – nos novos Chicos e Caetanos, as novas Elis Reginas e Nanas Caymmis, os novos Jobins e Fátimas Guedes um dia desistirão. Precisam comer, vestir-se, sustentar filhos. A ganância dos executivos está promovendo um massacre da cultura brasileira que talvez não tenha similar na história da humanidade. Estão matando de fome o que temos de mais rico – nossa música. Matando de fome a inteligência e a sensibilidade. A faxina étnica de Kosovo perde. Mauro Dias - O Estado De São Paulo – 7/06/1999

11 maio 2010

PARA NÓS QUE TEMOS DOMICÍLIO ELEITORAL NO PARANÁ
Enquanto nos preocupamos com os pré-candidatos à Presidência da República não devemos esquecer os escândalos que acontecem na Assembléia Legislativa do Paraná, que não aparece na TV em cadeia nacional. A TV Paranaense (Canal 12 de Curitiba) está de parabéns em dar ampla cobertura aos acontecimentos.
EU VOTO EM CURITIBA. E VOCÊ?????? A Assembléia Legislativa do Paraná está um tremendo fuzuê - picaretagem com o dinheiro do povo "p´ra mais de metro, quilometros para ser mais claro." Pior é que sai todos os dias nos jornais e TVs de Curitiba, e na mais importante Rede do estado - Canal 12. Em cadeia nacional só um "tiquinho" uma vez ou outra. Deputado 'ficha-suja' encerra carreira política no PR - Yahoo! Notícias http://br.noticias.yahoo.com/s/10052010/25/politica-deputado-ficha-suja-encerra-carreira.html ============================================================ Yahoo! Notícias http://www.yahoo.com.br/noticias/

08 maio 2010

Filme de Godard poderá ser baixado na internet durante Festival de Cannes - Yahoo! Notícias‏

(www.filmotv.fr)

« Les jours passent, l’évènement se rapproche : Cannes ouvre ses portes, Cannes lance sa compétition, Cannes va bousculer les films, Cannes va organiser la cannibalisation des évènements. Mais pas celui celui-ci, pas Jean Luc Godard, l’homme d’A Bout de souffle et de Prénom Carmen entre autres. Et surtout pas son nouveau film (le premier depuis combien de temps déjà ?), Film Socialisme. L’homme, l’artiste, le mythe et l’œuvre sont suffisamment forts pour résister à la mode et à la vague du moment. D’ailleurs ce n’est pas pêcher par excès d’enthousiasme que de constater que la curiosité et les rumeurs se répandent à une vitesse proportionnelle à celle du défilement du film dans la bande annonce. Et que Film Socialisme commence à apparaître comme un des moments les plus attendus de la quinzaine cannoise. Or donc, rappelons que si FilmoTV ne sera après tout pas plus cannois que les autres (mais pas moins, un certain nombre de Palme d’or présentes chez nous en témoignent, Le Pianiste, Blow Up plus dans d’autres dans notre catégorie « Palme » que vous pouvez toujours visiter avec profit), et bien pour le coup Film Socialisme sera bien présent sur FilmoTV, comme convenu, comme promis, comme annoncé, pendant deux jours les 17 et 18 mai, en avant première donc par rapport à sa sortie dans les salles le 19 mai.

Et toujours dans le rayon des promesses, nous vous proposons de continuer à parcourir de nouveaux chemins dans l’univers Godard. Cette semaine, en plus des quizz ( Godard et l'amitié ) c’est quatre nouveaux titres du réalisateur qui viennent rejoindre la famille, par ordre chronologique, Une femme et une femme, Passion, Prénom Carmen et Détective dont ,soit dit en passant, nous vous recommandons la bande annonce : elle n’est pourtant pas signée Jean Luc Godard, mais de son producteur Alain Sarde, compagnon de route du cinéaste depuis plusieurs décennies . Exemple, quand Godard reçoit en 1983 à Venise le Lion d’Or pour Prénom Carmen, il déclare : « Le lion, moi je ne suis que la tête et la queue. Anne Marie Miéville les ailes et Alain Sarde les pieds ». Nous sommes donc allés à la rencontre d’Alain Sarde. Il nous a parlé de Jean Luc Godard, de l’homme et de l’artiste, de son œuvre en général mais aussi de Prénom Carmen et de Détective qu’il a produit. De quoi nous faire patienter sinon nous éclairer préventivement sur Film Socialisme. »

02 maio 2010

ATENÇÃO ASSOCIADOS DA AVEC
Informamos que, excepcionalmente, a reunião de maio da Associação acontecerá somente no dia 10, a partir das 19 horas, na Cinemateca de Curitiba.
A mudança ocorre em função da reunião pública sobre a Lei Rouanet, que será realizada nesta segunda-feira no SESC da Esquina, na qual esperamos a participação de todos.
A Diretoria
Lei Rouanet será tema de reunião pública no Paraná

Uma reunião pública para receber propostas, sugestões e moções ao Projeto de Lei que institui o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, o Procultura, acontece no dia 3 de maio (segunda-feira), no Teatro Sesc da Esquina, às 19 horas. As reuniões estão sendo realizadas em todo país por iniciativa da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal.

O processo de atualização da Lei Rouanet tem sido marcado pela participação de artistas, produtores, gestores, representantes dos diversos segmentos culturais e sociedade civil. De março a maio do ano passado, a proposta esteve em Consulta Pública organizada pelo Ministério da Cultura, e recebeu duas mil contribuições, que foram analisadas e incorporadas ao texto do Projeto de Lei.

Dentre as principais mudanças estão a renovação do Fundo Nacional de Cultura (FNC), reforçado e dividido em nove fundos setoriais; a diversificação dos mecanismos de financiamento; o estabelecimento de critérios objetivos e transparentes para a avaliação das iniciativas que buscam apoio financeiro; o aprofundamento da parceria entre Estado e sociedade civil para a melhor destinação dos recursos públicos; e o estímulo à cooperação federativa, com repasses a fundos estaduais e municipais.

A primeira reunião pública aconteceu nesta segunda em São Paulo e além de Curitiba, haverá outras nas cidades de Salvador, 30 de abril, no Auditório da Reitoria da UFBA, 10h00; em Porto Alegre, 04 de maio, na Assembléia Legislativa do RS, 14h00; em Belém 07/05 (local a confirmar) ; Recife 10/05 ( local a confirmar); Rio de Janeiro 11/05 ( local a confirmar) e Brasília, com audiência pública para finalização dos trabalhos, no dia 13/05.

Serviço: Reunião Pública sobre a lei que institui o Procultura

Local: Teatro Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969)

Data e horário: 3 de maio (segunda-feira), às 19h

Informações e contato com imprensa (41) 92114915 - Ana Carolina Caldas

Hino

A campanha em favor do Projeto Ficha Limpa ganhou um hino --ou melhor, uma marchinha. Escrita pelo produtor e jornalista Nelson Motta, a canção surgiu após um encontro com o também produtor Liminha.

De acordo com Motta, o objetivo seria compor algo simples em cima de uma música já conhecida. "Foi fácil, porque a revolta inspira", diz o jornalista.

No podcast abaixo, Motta diz esperar que o hino se torne um hit neste ano de eleições. "Eu quero que esta música persiga esses fichas sujas e em cada lugar que eles forem tenha gente cantando na cara deles", declara.

Apesar da recusa em cantar o hino, Mota afirma que ele deve ser entoado no ritmo de "Cidade Maravilhosa".

Letra (a música é o hino do Rio de Janeiro - Cidade Maravilhosa)

Hino da Ficha Limpa

Letra: Nelson Motta Arranjo: Liminha

É hora de pôr pra fora nossa opinião bandido é pra cadeia não é pro Congresso não

(bis)

Ficha no lixo se lixa pra nós suja a democracia rouba do povo e compra eleição pra não ir para a prisão-ão-ão

É hora de pôr pra fora nossa opinião bandido é pra cadeia não é pro Congresso não

Reclamações de um usuário e respectivo suporte :
Prezado Técnico, Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo [Esposa 1.0] e verifiquei que o Programa gerou um aplicativo inesperado chamado [ Bebê.exe ] que ocupa muito espaço no HD. Por outro lado, o [ Esposa1.0] se auto-instala em todos os outros programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer aplicativo. Aplicativos como [Cerveja_Com_ A_Turma 0.3], [Noite_De_Farra 2.5] ou [ Domingo_De_Futebol 2.8], não funcionam mais, e o sistema trava assim que eu tento carregá-los novamente. Além disso, de tempos em tempos um executável oculto (vírus) chamado [Sogra 1.0] aparece, encerrando Abruptamentea execução de um comando. Não consigo desinstalar este programa. Também não consigo diminuir o espaço ocupado pelo [Esposa 1.0 ] quando estou rodando meus aplicativos preferidos. Sem falar também que o programa [Sexo 5.1] sumiu do HD. Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes, o [Noiva 1..0], mas o comando [ Uninstall.exe] não funciona adequadamente. Poderia ajudar-me? Por favor! Ass: Usuário Arrependido RESPOSTA: Prezado Usuário, Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é devido, na maioria das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de qualquer versão [Noiva 1.0] para [ Esposa 1.0] com a falsa idéia de que se trata de um aplicativo de entretenimento e utilitário. Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: é um sistema operacional completo, criado para controlar todo o sistema! É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar para uma versão [Noiva 1.0], porque há aplicativos criados pelo [Esposa 1..0], como o [ Filhos.dll ], que não poderiam ser deletados, também ocupam muito espaço, e não rodam sem o [Esposa 1.0]. É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao [Noiva 1.0] porque [ Esposa 1.0] não foi programado para isso. Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida instalar a [Noiva Plus] ou o [ Esposa 2.0], mas passaram a ter mais problemas do que antes (leia os capítulos 'Cuidados Gerais' referente a ' Pensões Alimentícias' e ' Guarda das crianças' do software [CASAMENTO]. Uma das melhores soluções é o comando [DESCULPAR.EXE /flores/all] assim que aparecer o menor problema ou se travar o micro. Evite o uso excessivo da tecla [ESC] (escapar). Para melhorar a rentabilidade do [Esposa 1.0 ], aconselho o uso de [Flores 5.1], [ Férias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias 3.3]. Os resultados são bem interessantes! Mas nunca instale [Secretária_De_ Minissaia 3.3], [Antiga_Namorada 2.6] ou [ Turma_Do_Chopp 4.6], pois não funcionam depois de ter sido instalado o [Esposa 1.0] e podem causar problemas irreparáveis no sistema. Com relação ao programa [Sexo 5.1] esquece! Esse roda quando quer. Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o [Esposa1.0 ] a orientação seria: NUNCA INSTALE O [ESPOSA 1.0] sem ter a certeza de que é capaz de usá-lo! Agora.... Boa sorte!
Criator corrente tabajara
Você não agüenta mais receber as mesmas correntes por e-mail???
Você esgotou toda a sua criatividade e não consegue mais incomodar ninguém???
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