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It's been a hard days night!

Têm dias em que a noite é foda.


20 dezembro 2010

assinatura

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[Jorge Barbosa Filho]

tento ir em prantos
mas choro de tanto de rir
em cantos escuros
onde sou muitos e tantos.
minha solidão é fiel
ela não me deixa só,
ando por aí contido
como espelhos.

não procuro cheques,
sheiks, ou o X da questão.  
procuro um antídoto
algum nome, um som
sem bilhetes suicidas.
ganhei-me pelas frestas
e mesmo sendo assim,
dei uma imensa festa
dentro de mim!

até que enfim,
fiquei lindo a noite toda
para esperar por mim,
mas não fui, não vou, nem vim.
as luas dos meus lábios
incendeiam-me insensato
nesta espera sincera,
esqueço quem sou
e lembro quem flui.

passaria séculos convicto
em ser uma oitava acima
de marte e plutão.
mas meu amor não cabe
na boca de um vulcão.
meu umbigo é um big-bang
e é apenas um improviso,
uma fuga de uma jazz band.

não me levei em conta,
não botei na ponta do lápis.
passei na prova dos nove
mas me falta um pouco de álibi.
escrevo com minha sombra,
sem sombra de dúvidas...
nas minhas ilusões, eu me acho
e assino em baixo, em baixo.


Meu amigos estou enviando, ao que parece, o último poema do ano para que vocês possam colocar em seus blogs. Eu agradeço e bom Natal e Ano Novo para todos. Um Abração... 
jorge barbosa filho

01 dezembro 2010

OS LIMITES DO EXPERIMENTAL ATUAL


Após assistir à Mostra Limite – Poéticas do Real, promovida no Cineplex Batel, dia 24 de novembro, pelos alunos do 6.º Período da CINETV/PR, para a Disciplina Administração Cultural, sob supervisão de Joana Nin, os ecos que me ficam são todos da mesma natureza: o descontentamento. Entre os filmes digitais exibidos na tarde de quarta-feira, não há sequer um, a meu ver, que merecia ter sido visto/exibido. Espantoso. Destaca-se o muitíssimo premiado “Man.Road.River”, de Marcellvs L., onde dilatação do tempo confunde-se com desperdício de tempo. Alguém tente, por favor, me convencer que é interessante acompanhar durante 10 minutos um homem atravessar um rio. Sim, eu sei, o importante não é o “que”, mas o “como”, mas não posso me furtar a perguntar: Como pode algo dessa natureza dizer algo sobre quem somos, retratar nossas angústias, mazelas ou apenas proporcionar alguma sensibilização de nossos espíritos? Críticos procuram ver nos filmes, sobretudo nos ditos “experimentais”, aquilo que lhes convêm; a sensação de quem deixa as mostras e festivais de filmes “de arte”/experimentais é a de que qualquer coisa, frise-se bem, qualquer coisa audiovisual é válida. Ora, qual é o interesse em filmes como “Ensaio para um vídeo vigilância”, de Arthur Tuoto? Será que esses realizadores realmente levam a sério o trabalho que apresentam ou apenas riem-se ao lançar no mundo filhos natimortos pela completa falta de dicção? Filmes vazios de significado desfilaram diante da platéia como uma procissão de nossa incompetência artística. Simplesmente filmes que não comunicam nada e nem ao menos proporcionam o tão aclamado prazer estético. Não quero dizer com isso que nosso “cinema brasileiro” deve, prescinda de narratividade, que vise contar histórias para entreter um espectador faminto de mensagens. Somente que os filmes “geniais” desses autores não tem a mínima noção do que significa alteridade; seus filmes são masturbatórios, nos deixam com a sensação de que “é só fazer e botar pra frente que todo mundo é artista”; carecem de rigor (o híbrido “Osório”, de Heloísa Passos e Tina Hardy, por exemplo, peca pela disparidade entre uma fotografia bem cuidada intercalada a imagens ruidosas). Não venho aqui fazer uma apologia à técnica, não é isso; nem levantar a bandeira dos filmes “redondos”, “bem acabados”, filmes “que funcionam”. O caso é que muitas das obras apresentadas não possuem organicidade, são, no mais das vezes, junções de imagens e sons que carecem de conceito, experimentos estéreis de realizadores imprecisos. O mais espantoso na Mostra foi, contudo, nenhum dos filmes trajar o “complexo de Maya Deren” - referência à realizadora surrealista/não-surrealista estadunidense -, que pauta três em quatro produções experimentais da cidade. “Experimental” no atual cinema brasileiro: uma crítica que tenta procurar sentido em filmes que não valem a pena.         No time dos “peliculosos”, alguns oásis no desértico cinedocdeartebrasucaexperimentual: “Visionários”, de Fernando Severo – me fez lembrar o porquê dele ser considerado o marco do Cinema da Retomada no Paraná – e o ponto alto da noite: “Regard Edgar” (de Joel Pizzini, Gustavo Jardim e Emilio Gallo), cine-manifesto feito no calor da hora, veiculador de problematizações acerca do desmantelamento dos cinemas de rua no Brasil. Quanto a “Dormente”, de Joel Pizzini, o único da noite a proporcionar, ao menos a mim, o tão referido – por nossa insossa crítica cinematográfica contemporânea - prazer estético, infelizmente acaba caindo na ode ao futurismo marinettiano, tão bem retratado n‘O homem com a câmera”, de Vertov. “Ocidente”, de Leonardo Sette, é película gasta sem motivo.    Obras desconexas tornam-se celebradas. A trilogia “Não há ninguém aqui”, de Wagner Morales, deveria ser a epígrafe da crise de público no parque exibidor nacional, pois não é à toa que não conquistamos de fato a audiência: o discurso de entendidos que preencheu a tela e espirrou pelas caixas de som do cineminha de shopping é chato mesmo para os tais entendidos. O discurso rarefeito que visava atingir nossos olhos e ouvidos, penetrar a alma, ficou apenas na superfície, cinema de epiderme. A tormenta retumbante da falta de jeito parecia dizer a cada frame-fotograma: “aqui não há espaço pra diálogo, não senhores!”. A falta de rigor é visível (e audível): experimental confunde-se, várias vezes, com “desleixado”. “Passenger”, de Kika Nicolela, e “Teoria da paisagem”, de Roberto Bellini, não merecem mais que uma palavra: desnecessários. Os limites do atual cinema experimental brasileiro, se o diálogo for pautado pela Mostra Limite, me parecem ser, portanto, limitados; no entanto, os realizadores procuram expandi-los aos limites da própria materialidade das mídias, ou seja, tudo o que caiba em tantos pés de filme ou gigabites tá valendo. E isso me preocupa fortemente ao lembrar as possibilidades do cinema 3D. Quanto ao filme do Cao, eu não vi: crucifiquem-me. 

03 novembro 2010

NOVEMBRANDO CURITADOR

Viver em Curitiba é comer caviar e passar mal.
Viver em Curitiba é atravessar a espada de bronze no peito aberto.
Viver em Curitiba é incerto.
É levar. É receber. Não ter voz ativa.

Curitiba é sombria.
Fechada. Canalha. Pequenina.
Viver em Curitiba é ter lombriga.
Tênia solitária atada ao "eixo" Rio-São Paulo.

Viver em Curitiba é não ter palco.
É ser palhaço. Molango. Muleta. Malaco.
Viver em Curitiba é perder o tom por não ter como
empinar a pipa
sem cerol,
é como dar o cú:
Dói. Ninguém valoriza. Todo o mundo ridiculariza.
Sai pela culatra em ré bemol.

Curitiba
é uma prostituta de pernas abertas
a procura de sol.




21 outubro 2010

22 e 23/OUT, na Caixa Cultural, "EX-DEUS MACHINA" e "26 DE ABRIL", no Curta 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba

 



CURTA 8 - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA SUPER 8 DE CURITIBA
Dia 23 de outubro, sábado, 20h45 
Sessão 3 da Mostra Competitiva
Filmes em Tomada Única


"EX-DEUS MACHINA"

Sinopse:
A angústia de uma noviça diante da opressão gerada pelos ícones da igreja católica;
a opulência institucionalizada a leva à compreensão de que a religião não é
a única maneira de atingir o céu: "Eu procurei lá dentro e Ele não estava lá". 

elenco: Karol Gubert, Camilla Maia Moraes
roteiro, direção, dir. fotografia: Cesar Felipe Pereira
produção: Cesar Felipe Pereira e Ana Pellegrini Costa
direção de arte: Ana Deliberador
ass. produção: João Graf
ass. fotografia e still: Renato Ogata

o áudio será realizado ao vivo por Guto Pasko




*vejam também "26 DE ABRIL", de Ana Pellegrini Costa
Dia 22 de outubro, sexta-feira, 20h45
1ª Sessão da Mostra Competitiva
Filmes em Tomada Única

Sinopse:
26 de abril é o 116º dia do ano, 117º em anos bissextos. Dentro de 249 dias, o ano acaba e outro começa.

Direção, roteiro e produção: Ana Pellegrini Costa
Direção de Fotografia: Cesar Felipe Pereira
Direção de arte: Ana Deliberador
Elenco: Beatriz Ortiz, Rafaela Rossi e Rodrigo Cavalheiro.




Único festival de cinema Super 8 do Brasil realiza sua 6a edição em Curitiba
Curta 8 conta neste ano com performance de cineastas argentinos, homenagem ao cinema de Paranaguá, Home Movie Day e as tradicionais sessões Tomada Única

Entre os dias 22 e 24 de outubro será realizada no Teatro da Caixa a sexta edição do Curta 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba, o único evento do Brasil dedicado ao formato cinematográfico Super 8. Além de mostras competitivas e expositivas, que exibem mais de 40 filmes de cinco países, o evento contará com uma atração especial na noite de abertura, com a presença dos cineastas argentinos Andrés Di Tella (o mais conceituado documentarista de seu país, fundador do BAFICI - Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente) e Claudio Caldini, que juntos farão a performance “Hachazos”, que consiste em uma projeção múltipla de filmes Super 8 utilizando vários projetores simultaneamente. A apresentação ocorre em Curitiba dois dias depois de sua estreia, em Buenos Aires (Argentina).

A apresentação de Di Tella e Caldini, marcada para as 19h, será seguida de exibições das mostras competitivas de Filmes Finalizados em DVD e também da primeira sessão deste ano do Tomada Única, que tornou-se um dos grandes atrativos do festival desde 2008. Tratam-se de curtas realizados durante uma oficina promovida pelo Festival Curta 8, ministrada em setembro por Leandro Bossy e Pedro Merege, em que cada um dos 10 alunos utilizou um cartucho de filme Super 8 (que tem duração de aproximadamente 3 minutos e 20 segundos) para realizar um curta editado na própria câmera, ou seja, que não teria edição posterior, tendo as cenas filmadas na ordem em que desejassem. Os filmes serão vistos pela primeira vez no festival, sendo uma surpresa tanto para o público quanto para seus realizadores, que poderão sonorizar o filme ao vivo. Como novidade deste ano, o festival abriu a participação na categoria a realizadores que não passaram pela oficina, recebendo inscrições de cineastas experientes como Gil Baroni e Murilo Hauser. Após a sessão haverá debate com os realizadores

No sábado, o convidado argentino Claudio Caldini terá uma sessão de retrospectiva de seu trabalho em Super 8, seguido de um debate que também contará com o colega Andrés Di Tella. Em seguida haverá exibições competitivas nas categorias Tomada Única, Filmes Montados em Película e Filmes Finalizados em DVD. Entre os títulos deste sábado está “Supermemórias”, do cearense Danilo Carvalho, que editou um curta de 20 minutos a partir de 600 rolos de filmes Super 8 de gravações familiares que reuniu em Fortaleza. A noite fecha com debate com os realizadores
A programação de domingo começa mais cedo, às 17h, com a sessão dedicada ao Home Movie Day, realizado pela primeira vez em Curitiba. Esta celebração que ocorre no mundo todo e tem admiradores como Martin Scorcese e Steve Martin exibe filmes apresentados pelo público, como forma de valorizar as filmagens domésticas que consagraram o formato, principalmente nas décadas de 70 e 80. É a oportunidade para que indivíduos e famílias assistam e dividam com o público do festival seus próprios filmes caseiros rodados nos formatos Super 8 e Single 8. As pessoas interessadas devem entregar os filmes para inspeção nas noites anteriores, de sexta-feira e sábado, a cargo da curadora Lila Foster).

Às 19h será realizada a sessão “Cinema Super 8 à beira-mar”em homenagem ao cinema de Paranaguá (cidade do litoral paranaense) com exibição de filmes de Cyro Matoso (“Grazy na Terra de King Kong”) e Celso Lück Júnior (“Mané da Paz – Fabricante de Viola”), ambos realizados na década de 70. Vale lembrar que Cyro Matoso tornou-se tema de um documentário recente chamado “Cinematoso”, que está rodando o circuito de festivais e já recebeu uma premiação. Por fim, às 20h haverá a cerimônia de premiação, marcando o encerramento desta edição 2010. O corpo de jurados deste ano é composto por Andrés Di Tella, Carlosmagno Rodrigues e Rubens Machado Jr.


Evento projeta filmes para outros festivais
Nos últimos anos, o Curta 8 tornou-se uma vitrine para novos realizadores. O maior exemplo foi o curta "Avós", do uruguaio naturalizado brasileiro Michael Wahrmann, que estreou na edição de 2009, sendo o grande vencedor, com sete prêmios, incluindo Melhor Filme finalizado em Vídeo, Melhor Direção e Melhor Roteiro. Graças a esta façanha, o filme chamou a atenção dos curadores do Festival de Berlim que o selecionaram para a última edição do festival alemão. Além disso, “Avós” está colecionando prêmios em outros festivais.

Os filmes produzidos pela oficina Tomada Única também fizeram sucesso, como por exemplo "Cru", de Fábio Allon, premiado no Curta 8 como Melhor Filme em Tomada Única e Melhor Atriz na edição 2008. Em seguida foi selecionado e premiado como o melhor filme da 13ª edição do Festival Nacional 5 Minutos, na Bahia, e posteriormente selecionado pelo Porta Curtas, mantido pela Petrobras. Outro trabalho produzido na mesma edição da oficina foi "A Infância de Margot", de Bruno de Oliveira, que foi selecionado e exibido em rede nacional pela MTV, no programa "fiz na MTV".

O festival tem idealização e curadoria de Leandro Bossy. É produzido por Antonio Carlos Domingues/Perfil Comunicação. Tem direção de produção de Rafael Urban e design gráfico de Maria Andrade. Curta 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba é uma promoção da Caixa Econômica Federal, através da CAIXA Cultural Curitiba. 

Site do festival: www.curta8.com.br
Fotos da edição anterior: www.flickr.com/photos/curta8/


Servico:
Curta 8 - Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba
Datas: de 22 a 24 de outubro (sexta-feira a domingo)
Horários: Sexta-feira e Sábado a partir das 19h. Domingo às 17h, com cerimônia de premiação às 20h
Local: Teatro da Caixa (Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba)
Entrada franca
Informações: Telefone (41) 2118-5111
  


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Currículos dos convidados:
Andrés Di Tella (Santiago, 1958) dirigiu os longas-metragens Montoneros, una historia (1995), Prohibido (1997), La televisión y yo (2003), Fotografías (2007) y El país del diablo(2008). Foi o fundador e o primeiro diretor artístico do BAFICI - Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente (1999) e atualmente dirige o Princeton Documentary Festival, na Universidade de Princeton, Estados Unidos. Paulo Antonio Paranagua, em Cine Documental en América Latina, o destaca entre os 15 documentaristas mais significativos do continente. Em 2006 foi outorgado com a bolsa da Fundação Guggenheim. Em 2008 foram realizadas retrospectivas de sua obra na Cinemateca Espanhola, de Madri, e na Cinemateca da Catalunha, em Barcelona. Atualmente, está escrevendo um livro e realizando um filme sobre Claudio Caldini.

Claudio Caldini (Buenos Aires, 1952), cineasta experimental desde 1970. Estudou no Centro Experimental do Instituto Nacional de Cinematografia, na capital argentina. Sobre seu cinema o crítico David Oubiña escreveu, “Claudio Caldini produziu peças únicas sobre esse suporte [8mm]; não é ao acaso, então, que insista em recuperar essa hipnótica textura através da tecnologia do vídeo”. Recebeu o 1º Prêmio da Primeira Semana de Cinema Experimental da feira ARCO, em 1991, e o Grande Prêmio da Mostra Franco-Latinoamericana de Vídeo-arte, em 1994. Ministrou a disciplina “Técnicas experimentais”, no Centro de Pesquisa e Experimentação em Cinema e Vídeo (CIEVYC), de 1995 a 2004. Entre os anos 1998 e 2004 foi o curador de cinema e vídeo do Museu de Arte Moderna de Buenos Aires. Foi distinguido com bolsas de diferentes instituições, como a da Fundação Antorchas, e participou como jurado em diversos festivais de cinema, como no de Oberhausen, Alemanha, em 2003.

Lila Foster (Nova Iorque, 1980) é mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos com trabalho dedicado ao acervo de filmes domésticos da Cinemateca Brasileira, instituição na qual trabalhou como catalogadora entre 2007-2009. Formada em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2005), nos últimos anos tem dedicado especial atenção ao universo da preservação audiovisual. No primeiro semestre de 2010, participou do programa de estágio em restauração e curadoria audiovisual da Haghefilm Foundation em Amsterdam. Atualmente trabalha como colaboradora da revista Cinética e edita o blog Nitrato, Acetato & Poliéster.


14 outubro 2010



sonhava o guri que de dia fazia campanha:


...45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino Professor Galdino 45021 Professor Galdino...

04 outubro 2010



Dois irmãos gêmeos, separados pelo destino, se reencontram depois de uma sequência de infortúnios, para o clássico desfecho das comédias shakesperianas.
O espetáculo ... OUOQQSERDES (... ou o que quiserdes), leva aos palcos uma transposição das palavras do dramaturgo para a linguagem poética das máscaras sendo acompanhado com música ao vivo.
 
Oferecemos também uma oficina gratuita MÁSCARA NEUTRA - PREPARAÇÃO DO ATOR ATRAVÉS DA MÁSCARA que será ministrada por Mauro Zanatta, nos dias 07 e 08 de outubro das 09:00 as 12:00 hrs. 
Interessados deve enviar um breve currículo e uma carta de intenção para caixacultural03.pr@caixa.gov.br até o dia 05/10/10. Vagas Limitadas.
 
APENAS 06 APRESENTAÇÕES.
 Garanta o seu ingresso comprando antecipado.  A bilheteria estará aberta a partir do dia 05/10/10 e funciona das 12:00 as 19:00 hrs. 
 
Serviço:
Espetáculo: ... OUOQQSERDES (Projeto Noite de Reis)
de 07 a 10 de outubro de 2010
no Teatro da Caixa (Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Ingressos:  R$ 10,00, R$ 8,00 (clube do assinante Gazeta do Povo) e R$ 5,00 (estudantes, idosos e correntistas da Caixa)
quinta e sexta as 21 hrs, Sábado as 18 e 21 hrs e Domingo as 16 e 19 hrs.
Informações 2118-5111 / www.caixacultural.com.br / www.atorcomico.com.br
 
Ficha Técnica
Direção: Mauro Zanatta
Elenco:  Camila Jorge
              Edran Mariano
              Frank Sousa
              Hique Veiga
              Jussara Batista
              Luana Godinho
Músicos: Paulo Demarchi
                Henrique Dronneau
                Melissa Anze
Figurino: Paulo Vinicius
Cenário:  Alfredo Gomes Filho
Iluminação: Wagner Correa
Design Gráfico: Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa: Fineza Comunicação
Produção: Edran Mariano
Realização:  Ator Cômico Produções Artísticas




20 setembro 2010

04 agosto 2010

Mutcho bom! Vi ontem e gostei bastante..

BITOLS (BR/RS, 2010 – 83’ - dvd). Roteiro e Direção: André Arieta. Fotografia: Vinícius Nora. Co-Roteiro e Direção de Arte: biaH weRTHer. Platô e Assistência de Direção: Natasha Jerusalinski e Bernando Garcez. Montagem: Alfredo Barros. Edição de som: André Sittoni. Produção Executiva: André Arieta. Produção, divulgação e Circuito pelo Colectivo Cinema8ito. Elenco: Leo Felipe, Leonardo Machado, Carlinhos Carneiro, Bruno Bazzo e biAh weRTHer como Rita.

O longa, narra uma noite na vida de uma banda underground no início dos anos 90, com um nome horrível, futuro incerto e uma mulher misteriosa que causa desavenças internas e adivinha seus futuros.
BITOLS é o primeiro longa do Colectivo ..Cinema8ito.., núcleo de cinema independente gaúcho. Classificação 18 anos
Sessões às 15h45, 18h e 20h
De 9 a 11, sessões somente às 15h45
Ingresso pago: R$5,00 (inteira)
                           R$2,50 (meia)
                           R$1,00 (domingos)


CINEMATECA - Sala Groff - Rua Carlos Cavalcanti nº 1174   fone  41 3321-3252 (de segunda a sexta-feira, das 9h às
12h e das 14h às 22h30  e sábados e domingos das 14h30 às 22h30) – www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br

Imperdível: "LIMITE", dia 11, 20hs, na KINOTECA de CURITIBA

02 agosto 2010
















luiza


leva a filhinha pra meniná no parque
o pai anti-imperialista não compra a barbie
e ela chora:
é hora de ninar


27 julho 2010

bate papo sobre o filme "Circular" na Fnac Curitiba




em pé, esq pra dir: Adriano Esturilho e Aly Muritiba

sentados, esq pra dir: Diego Florentino, Bruno de Oliveira e Fábio Allon


Foto: Rosano Mauro Jr.



Diretores do filme “Circular” promovem bate papo na Fnac




Nesta quarta-feira, 28 de julho, os cinco jovens cineastas responsáveis pelo longa-metragem “Circular” se reúnem na Fnac de Curitiba, onde conversam com o público sobre o filme, que se encontra em fase de pós-produção. Os diretores Adriano Esturilho, Aly Muritiba, Bruno de Oliveira, Diego Florentino e Fábio Allon mostrarão partes do filme e relatarão sobre o processo de criação e produção. O bate papo será conduzido pelo jornalista Rodrigo Juste Duarte.

Rodado em Curitiba entre maio e junho de 2010, "Circular" enfoca cinco núcleos de personagens que se cruzam dentro de um ônibus: um estrangeiro, um cobrador pugilista, uma artista plástica, um policial evangélico e os integrantes da banda punk Gengivas Podres. Cada um destes segmentos foi conduzido por um diretor, com seu próprio ponto de vista e estilo cinematográfico. O projeto foi um dos cinco aprovados no último Edital de Longa-Metragem de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura.




Serviço:
Bate papo sobre o filme “Circular”

Data: 28 de julho, quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Fnac Curitiba
Endereço: ParkShopping Barigui (R. Prof. Viriato Parigot de Souza, 600), Curitiba
Entrada franca
Mais informações: telefone (41) 2141- 2000

25 julho 2010

DOMINGO

A todos aqueles que não têm o almoço de domingo.

Dia de sol, domingo de sol, dia de sol é bom pra passear, levar o cachorrinho pra caminhar. Ir almoçar na casa da namorada. Observar o mundo todo ao redor. E por falar em cachorro, odeio esses cachorros filhos da puta que latem quando a gente passa, lembre-se de nunca passar muito rente a um portão, porque você pode se assustar. Outro tipo de coisa perigosa de domingo, tenha ele sol ou não, são os famosos motoristas de domingo, esses maretas que tiram o carro só nesse dia e cometem imprudências ainda maiores no trânsito do que nos dias de semana. O problema dos domingos é que tudo está fechado. O amigo, certo domingo, marcou comigo: “olha, aparece lá em casa na hora do jogo de futebol”. Falei, ah, tá, ok. Só depois eu me dei conta de que eu não sei qual é o horário do futebol. Não gosto de futebol. E futebol...é coisa de domingo. Todo domingo sempre tem futebol. Domingo também é bom pra descansar, deitar no meio da tarde, tirar um cochilo e acordar pouco antes do domingo terminar. Domingo não é bom de ir ao shopping, aliás, nenhum dia é bom de ir ao shopping. Domingo, domingo é dia pop, dia de tomar um gole. Dia de ir ao parque, fazer piquenique, ou estender-se preguiçosamente na varanda acariciando o bichano, que é preguiçoso não só no domingo, mas todos os dias da semana. Domingo não é dia de dar o cano, se você marcou de passear terá de fazê-lo, não há desculpa. Porque domingo não é dia de labuta. Domingo, tenho dúvida se é o primeiro dia da semana ou se é o último, as semanas se repetem, encadeiam-se eternamente devido à convenção humana. Domingo, domingo é dia de comer pudim, de empanturrar-se até a barriga estourar, dia de churrascaria. Nada de correria, dia de pernas para o ar. Domingo, domingo sempre cantam os passarinhos. Refazem, recomeçam os seus ninhos. Domingo, os meninos saem pra brincar. No domingo as violetas desabrocham. No domingo não há medo de cantar. Domingo, domingo é dia de missa. De confessar os pecados. De ficar em paz e quite com as entidades. Nesse dia é Sílvio Santos na TV, Faustão pra completar. No domingo sai a calça entra a bermuda. Nesse dia é só descansar, ler jornal e se queixar que a segunda logo logo virá. Hoje é domingo pé de cachimbo amanhã é segunda tomamos na bunda a bunda é nossa ficamos na fossa a fossa é funda de NOVO na bunda. Mas passa a segunda a terça a quarta a quinta e a sexta feira daí chega o sábado e o domingo que são na verdade os dias de feira. Domingo é dia de lavar o carro. De coçar o saco. De jogar conversa fora.       

Acordo tarde
Nada que eu possa ver
Nem que eu possa fazer
Depressão de meio dia
Esperando o dia anoitecer
Divagando em um dia cinza
Meus amigos me chamam pra sair
Eu não saio com eles, nem sinto vontade,
Embora eu queira me divertir
Mas não vejo nada que possa fazer
Só esperar segunda acontecer

Saio e vago nas ruas porque só isso me resta
E a cidade morre mais um pouco
Saio e vago nas ruas porque só isso me resta
E eu, trancado em mim, fico mais louco

E eu me pego almoçando às seis e meia
Somente os instintos sobrevivem num domingo
O dia vai terminar...
Eu só escrevo besteiras...
Sonho acabar, sonho acabar domingo
Sem começar segunda-feira
Sonho acabar domingo, ah!


“Domingo”, Biquini Cavadão